Ao longo destas últimas semanas, por vários motivos e desmotivo, vi-me desviado da blogosfera, e que conturbados tempos, (in)felizmente abundantes em matérias controversas e sem consenso.
Desde as políticas da saúde, da justiça, a reforma do ensino, o estatuto da carreira docente, mais directamente ligado a mim, a reforma do ensino artístico, etc.
Vamos lá estabelecer um ponto da situação: É certo que qualquer reforma significativa levanta contestação, mal era se assim não fosse, o espírito crítico e o conflito de posições deveria servir para engrandecer a discussão e clarificar os pontos débeis e fortes da matéria em causa, possibilitando assim uma rectificação do que se considera errado e um apoio efectivo daquilo que evidentemente é uma boa solução, não para hoje, não para as estatísticas, não para um obsessivo controlo do défice e das contas públicas, mas sim numa acção consertada perspectivando o futuro e as condições sociais a médio/longo prazo.
Ora isso não me parece que esteja a ser feito e receio, aliás estou convicto, que muitas das medidas aplicadas por esta governação vão trazer grandes dissabores no futuro, e quem sabe provocar malefícios irreparáveis. O autismo governamental, e não estou a falar das relações do governo com o parlamento nem com a oposição, porque esses então não conseguem sequer sair do discurso fácil e politiqueiro de meia tigela, falo sim da falta de diálogo com os principais visados nas reformas, quem está no terreno, quem lida com os problemas, com as soluções, quem tem experiência, quem realmente sabe o que se passa. Não são estudos (mal)feitos por meia dúzia de pedagogos, prisioneiros das estatísticas e dos gabinetes em Lisboa, que esclarecem o rumo a tomar.
Dividir para reinar parece ser o mote da governação. Primeiro lançam-se as Bombas apregoando a fome e depois atiram-se umas migalhas.
Desde as políticas da saúde, da justiça, a reforma do ensino, o estatuto da carreira docente, mais directamente ligado a mim, a reforma do ensino artístico, etc.
Vamos lá estabelecer um ponto da situação: É certo que qualquer reforma significativa levanta contestação, mal era se assim não fosse, o espírito crítico e o conflito de posições deveria servir para engrandecer a discussão e clarificar os pontos débeis e fortes da matéria em causa, possibilitando assim uma rectificação do que se considera errado e um apoio efectivo daquilo que evidentemente é uma boa solução, não para hoje, não para as estatísticas, não para um obsessivo controlo do défice e das contas públicas, mas sim numa acção consertada perspectivando o futuro e as condições sociais a médio/longo prazo.
Ora isso não me parece que esteja a ser feito e receio, aliás estou convicto, que muitas das medidas aplicadas por esta governação vão trazer grandes dissabores no futuro, e quem sabe provocar malefícios irreparáveis. O autismo governamental, e não estou a falar das relações do governo com o parlamento nem com a oposição, porque esses então não conseguem sequer sair do discurso fácil e politiqueiro de meia tigela, falo sim da falta de diálogo com os principais visados nas reformas, quem está no terreno, quem lida com os problemas, com as soluções, quem tem experiência, quem realmente sabe o que se passa. Não são estudos (mal)feitos por meia dúzia de pedagogos, prisioneiros das estatísticas e dos gabinetes em Lisboa, que esclarecem o rumo a tomar.
Dividir para reinar parece ser o mote da governação. Primeiro lançam-se as Bombas apregoando a fome e depois atiram-se umas migalhas.
Falta VERDADE e COMPETÊNCIA, não só na classe política, mas em quase todos os sectores e órgãos de decisão do organograma hierárquico do estado.
A VERDADE é sempre o melhor e irrefutável caminho para a compreensão e empenho de TODOS na construção social.
ACORDAI!
