As pelejas dos estadistas
A frivolidade de um altear de mão, numa qualquer assembleia, parlamento ou senado, capaz de sentenciar milhares de homens, mulheres e crianças à morte. E após hediondo feito vão todos almoçar, disputar as últimas novidades da indústria automóvel, dar umas boas gargalhadas enquanto bebem um digestivo e fumam um charuto.
Faz-me lembrar um poema de um amigo que dizia o seguinte:
E se houvesse uma guerra e ninguém fosse?
Ou se d’armas na mão ninguém disparasse?
E se pensássemos! Por instantes que fosse!
E na treta dos líderes ninguém embarcasse?
E se mesmo intimados os homens recusassem?
Ou se ameaçados corajosamente desdenhassem?
Nos campos de batalha com bravura desertassem?
E mandássemos os políticos. Que lutassem!
…
“Se Pensássemos” – João Matos
A frivolidade de um altear de mão, numa qualquer assembleia, parlamento ou senado, capaz de sentenciar milhares de homens, mulheres e crianças à morte. E após hediondo feito vão todos almoçar, disputar as últimas novidades da indústria automóvel, dar umas boas gargalhadas enquanto bebem um digestivo e fumam um charuto.
Faz-me lembrar um poema de um amigo que dizia o seguinte:
E se houvesse uma guerra e ninguém fosse?
Ou se d’armas na mão ninguém disparasse?
E se pensássemos! Por instantes que fosse!
E na treta dos líderes ninguém embarcasse?
E se mesmo intimados os homens recusassem?
Ou se ameaçados corajosamente desdenhassem?
Nos campos de batalha com bravura desertassem?
E mandássemos os políticos. Que lutassem!
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“Se Pensássemos” – João Matos
E se pensássemos? ...
